quarta-feira, 18 de março de 2009
Ela tem apenas 19 aninhos mas possui uma experiência e tanto em TI !!
Video Teatro CIPA - Super divertido!!
Como havia prometido, aos meus amigos que não puderam assistir pessoalmente a peça de teatro que eu participei, segue o video. Divirta-se!!!
Tem mais 3 dramas, vou postar em seguida...
Bjos da Rê
terça-feira, 17 de março de 2009
Iniciação Científica - UNIFIEO (concorrendo a 25% bolsa)
Já esta aberta a inscrição do PIBIC/FIEO – Programa Institucional de Bolsas de Iniciação Científica do UNIFIEO, que é órgão responsável por promover a pesquisa acadêmica realizada por discentes, com o intuito de aprimorar a formação acadêmica, a necessidade de despertar interesse científico e incentivar talentos potenciais entre estudantes de graduação, mediante participação em projetos de pesquisa.
O período é de Agosto de 2009 á dezembro de 2010, com 16 vagas de projetos individuais orientados por professor do curso de graduação, concorrendo a 25% de bolsa e 16 vagas como voluntário.
Você pode se inscrever até o dia 03/04, para mais informações click no link abaixo:
http://www.fieo.br/v2/pibic/pibic.php
Bjos,
Rê
S.O - PROCESSOS: Threads, comunicação entre processos e Sincronização de processos
Aula 6: Threads
Aula 7: Comunicação entre processos
Aula 8: Sincronização de processos
http://www.divshare.com/download/6837295-5c6
Rê
quinta-feira, 12 de março de 2009
PEÇA TEATRAL - SEGURANÇA EM AÇÃO
De 16 a 20 de março vai acontecer a VI SIPAT (Semana Interna de Prevenção ao Acidente de Trabalho) na Fieo, e eu junto com alguns colegas de trabalho, vamos apresentar a peça que tem como objetivo alertar as pessoas sobre as principais causas destes acidentes de maneira divertida.
O convite é para os funcionários e alunos !!
Será gravada a apresentação e eu pretendo postar aqui no blog para aqueles que não tiverem a oportunidade de assistir pessoalmente.
Att,
Renata Andrade
quarta-feira, 11 de março de 2009
Sistemas Operacionais - PDF PROFESSOR JEAN
Toh aqui novamente com mais uma postagem de material. Agora do conteúdo das aulas do professor Jean.
Para quem ainda não recebeu segue:
Aula 1: Introdução aos Sistemas Operacionais - Kernel
Aula 2: HIstória dos Sistemas Operacionais
Aula 3: Tipos de Sistemas Operacionais
Aula 4: Estruturas de Sistemas Computacionais
Aula 5: Processos
http://www.divshare.com/download/6778924-943
Bjos,
Rê
Grace Hopper - "Mulher Destaque" no mundo da tecnologia!
Grace Brewster Murray a mãe do COBOL, nasceu em 9 de dezembro de 1906 em Nova York, graduada em Matemática e Física ela terminou seu doutorado em 1934. Casou com Vincent Foster Hopper, um educador e em 1930 começou a ensinar matemática. Ela tinha alcançado a categoria de professor associado em 1941 quando ela ganhou uma bolsa para estudar na faculdade New York University's Courant Institute for Matemática. Hopper tinha vindo de uma família com tradições militares, por isso não foi surpresa para ninguém quando ela entrou para a Marinha em dezembro de 1943.Ela programou a Mark I e descreveu os princípios fundamentais de funcionamento da computação das máquinas. Até o final da II Guerra Mundial em 1945, Hopper estava trabalhando no Mark II. Mesmo com o fim do casamento , e embora ela não tivesse filhos, ela não retomou o seu nome de solteira. Em 1949 ingressou na recém-formada Eckert-Mauchly Corporation e lá se aposentou em 1971.
Ela sabia que a chave para a abertura de novos mundos para computação, era o desenvolvimento e aperfeiçoamento de linguagens de programação, algo que pudesse ser ser compreendido e utilizado por pessoas que não eram nem matemáticos nem peritos em computador. Levou vários anos para ela conseguir demonstrar que essa idéia era viável.
Talvez a sua mais conhecida contribuição para a computação foi a invenção do compilador. Quando a almirante Grace Murray Hopper morreu, o mundo perdeu uma inspiração para as mulheres e os cientistas. Ao longo da sua vida, ela serviu o seu país e foi enterrada com honras no pleno Naval Arlington National Cemetery, em 7 de janeiro de 1992.
sexta-feira, 6 de março de 2009
8 DE MARÇO - DIA INTERNACIONAL DA MULHER
Como é do conhecimento de muitos, no dia 8 de março de 1857, operárias de uma fábrica de tecidos, situada em uma cidade norte americana de New York, resolveram fazer uma greve. Elas não aguentavam mais trabalhar 16 horas diariamente, fazer o mesmo serviço que o homem e receber praticamente um terço do salário dele, elas queriam e resolveram lutar para receber um tratamento digno no local de trabalho.
Quando lembro o que aconteceu com essas mulheres, sinto um aperto no coração e um nó na garganta, é como se eu pudesse sentir o que elas sentiram lá, trancadas dentro da fábrica.
Elas acreditavam fervorosamente que conseguiriam as melhorias no local de trabalho, eu posso imaginar a euforia, a felicidade nos olhos daquelas que observavam a líder dizer que elas estavam com a razão, que teriam uma vida melhor, que a vitória era certa...
Prefiro imaginar que no momento em que essas mulheres perceberam que a vida estava por terminar e que nunca mais veriam filhos e maridos, elas puderam idealizar a nossa realidade atual e que toda a luta não teria sido em vão.
Foi um ato totalmente desumano que só recebeu o título após 53 anos, em 1910 na Dinamarca, onde ficou decidido que 8 de março seria o “DIA INTERNACIONAL DA MULHER” e anos depois a ONU oficializou a data.
Hoje a mulher já pode estudar, trabalhar, votar e atuar em áreas que antes eram dominadas apenas por homens (política, medicina entre outras). A verdade é que muita coisa mudou, porém nós mulheres, ainda temos muito a reivindicar.
Quero homenagear todas as mulheres do mundo: mãe, irmã, tia, avó, amiga, colega, chefe, professora... Mas principalmente as mulheres que vivem no mundo da tecnologia, essas mulheres que são uma minoria e que ainda sofrem discriminação no mercado de trabalho, mas que estão firmes na luta pela igualdade.
Segue as fotos das minhas amigas de sala de aula (Amanda, Alina, Bárbara, Luciana) que representam essa pequena quantidade de mulheres. Elas não são apenas inteligentes e educadas, são lindas e vencedoras.
Clique na imagem para ampliá-la.
Parabéns meninas!
*Agradecimentos: Geisinha que fez a correção do texto e Adriana que criou a imagem. Obrigada!!
Rê
quinta-feira, 5 de março de 2009
AULA: 16 à 20/02 - Paralelismo a nível de instrução, Sistema de banco de dados, Projeto de engenharia de software, Redes distribuidas, Grafos
Paralelismo a nível de instrução
· PIPELIRING
Há anos sabe-se que o processo de buscar instruções na memória é um grande gargalo na velocidade de execução da instrução. Para amenizar esse problema, os computadores desde o IBM Strech (1959) tinham a capacidade de buscar instruções na memória antecipadamente de maneira que estivessem presentes quando necessárias.
A busca antecipada diante a execução da instrução em duas partes: a busca e a execução propriamente ditas. O conceito de pipeline amplia muito mais essa estratégia. Em vez de dividir a execução da instrução em apenas duas partes, muitas vezes ela é dividida em muitas partes (uma dúzia ou mais), cada uma manipulada por uma parte dividida do hardware, e todas elas podem executar em paralelo.
A figura abaixo, ilustra uma pipeline com cinco unidades também denominadas estágios. O estágio 1 busca a instrução na memória e a coloca em um buffer até que ela seja necessária. O estágio 2 decodifica a instrução, determina o seu tipo e de quais operadores ela necessita. O estágio 3 localiza e busca os operandos, seja nos registradores na memória. O estágio 4 é o que realiza o trabalho de executar a instrução, normalmente fazendo os operando passar pelo caminho de dados. Por fim, o estágio 5, escreve o resultado de volta no registrador adequado.
S1 - UNIDADE DE BUSCA DE INSTRUÇÃO -> S2 - UNIDADE DE DECODIFICAÇÃO DE INSTRUÇÃO -> S3 - UNIDADE DE BUSCA DE OPERANDO ->
S4 - UNIDADE DE GRAVAÇÃO S5 -> UNIDADE DE EXECUÇÃO DE INSTRUÇÃO
Na figura seguinte, vemos como o pipeline funciona em função do tempo. Durante o ciclo de relógio 1, o estágio 1 está trabalhando na instrução 1, buscando-a na memória. Durante o ciclo 2, o estágio S2 decodifica a instrução 1, enquanto o estágio 1 busca a instrução 2. Durante o ciclo 3, o estágio S3 busca os operandos para a instrução 1, o estágio S2 decodifica a instrução 2, e o estágio S1 busca a instrução 3. Durante o ciclo 4, o es´tagio S4 executa a instrução 1, o S3 busca os operandos para a instrução 2, S2 decodifica a instrução 3 e S1 busca a instrução 4. Por fim, durante o ciclo 5, S5 escreve (grava) o resultado da instrução 1 de voltado no registrador, enquanto os outros estágios trabalham nas instruções seguintes.
FIGURA
No nosso pipeline da figura acima, suponha que o tempo de ciclo dessa máquina seja de 2ns. Sendo assim, uma instrução leva 10ns para percorrer todo o caminho do pipeline de cinco estágios. À primeira vista, uma instrução demora 10ns, mas na verdade, ela funciona muito melhor do que isso. A cada ciclo de relógio (2ns), uma nova instrução é concluída, portanto a velocidade real de 5 vezes menor. Tendo um aumento no desempenho do sistema.
COMENTÁRIO: No ano passado, fizemos uma pesquisa sobre pipeline e acredito que com a aula de hoje não restou nenhuma dúvida sobre o assunto. Vamos ter uma outro aula de como funciona o pipeline em diferentes tipos de processadores então, vou aproveitar para postar o trabalho que fiz com a Aline e Bárbara, aonde pesquisamos mais de 10 processadores diferentes.
SISTEMAS OPERACIONAIS
Processos
Podemos visualizar os processos como sendo os programas em execução do sistema.
Quais as diferenças entre processos e programas?
Estrtutura de um processo
FIGURA
Fluxo de execução: Representa o caminho lógico seguido na execução do programa.
Os processos apresentam um único pluxo de execução (monothread).
O que é isso?
Estados de um processo
EXEC
Criação
Apto E E/S Reg.Imed. Finalização
Evento Bloqueado Erro
Diagrama de estados ampliado
Criação
Apto Finalização
Apto Suspenso EXEC
Bloqueado suspenso Bloqueado
DISCO
Dar um exemplo de uma aplicação que utilize o Diagrama de estados ampliado
COMENTÁRIO:
SISTEMA DE BANCO DE DADOS I
Sistemas de Banco de dados:
Componentes:
- Dados
- Hardware
- Software
- Usuário
Todos esses elementos formam um banco de dados. Um banco de dados depende de dados armazenados em um hardware, um software gerenciador (SGBD) e um usuário para interagir com o sistema.
SGBD: Software responsável para manipular os dados (acesso), restringir o acesso de usuários e certas áreas de dados, gerenciar transições, controlar concorrência, etc.
· Tipos de usuário em um SBD:
o Usuário final (ou leigo): Desconhece qualquer detalhe de implementação do BD. E limitado pelo seu aplicativo (Sistema de informação). Administrativo
o Usuário Administrador de banco de dados: resolve todos os detalhes de implementação do BD. É responsável por criar e manter as estruturas de dados, relacionamentos entre os dados, monitorar o desempenho, implementar as políticas de segurança, backup, etc. ‘(SGBD + Linguagem SQL)’ Técnico
o Usuário desenvolvedor de aplicações: Desenvolver os SI’s que acessam o BD. Precisa conhecer a linguagem de programação + Linguagem SQL para manipular e reparar os dados. Técnico
o Administrador de Dados: conhece os processos de negociações da organização e as necessidades de dados. Administrativo
Comparativo entre sistemas baseados em arquivos e sistemas de dados
Redundância de dados = o mesmo dado armazenado em diferentes locais (várias cópias do mesmo dado => réplica.Redundância de dados não-controlada = a responsabilidade pode atualizar as réplicas é do usuário => inconsistência dos dados.
COMENTÁRIO:
ENGENHARIA DE SOFTWARE I
Primeiro Tópico: Resumo do projeto (Em torno de 15 a 20 linhas). Descrever o que a aplicação trata. O objetivo é: uma pessoa leiga entender o aplicativo.
-Segundo tópico: Índice, com figura.
A lista de tabelas é opcional
- Lista de siglas
-Incluir um glossário: Fazer caso aparecer muitos termos técnicos
- Atribuir uma sigla ao projeto
-Sumário: Gerar automaticamente no WORD
-Tópicos para tratar na introdução: Identificação do cliente, qual o nicho de mercado, descrição da equipe de desenvolvimento (nome, função)
- Motivação para desenvolver o sistema: Um amigo ou coisa parecida.
- Pensar que a aplicação será destinada para alguém verdadeiro. Expor o número de funcionários a empresa tem para mostrar a grandeza da empresa.
- Legislação: Se a aplicação for regida por alguma lei brasileira, o software tem que se encarregar de tratar.
- Citar recursos humanos e materiais: O cliente disponibiliza alguém de sua confiança para acompanhar o desenvolvimento. Recursos humanos: Quem da parte da empresa irá acompanhar o desenvolvimento.
- Situação atual: É a situação do hoje. Qual é a situação do cliente hoje. Pode-se partir do ponto de que o processo é todo manual, não existe nada eletrônico. Outra situação: Há um ambiente mínimo, percebeu-se que esse ambiente não atende 100%das necessidades. Pode-se propor uma melhoria.
- Controle de dados: Situação manual: Cadastro feito por papel armazenado em um arquivo.
- Citar considerando a situação atual quais os pontos positivos e negativos.
- Solução proposta: O que o software se propõe a fazer. Exatamente nesse momento
- Abrangência do sistema, dizer qual a responsabilidade do sistema e qual não é a responsabilidade do programa para a disciplina.
- Objetivos da solução:
- Análise da receptividade: Qual é a impressão que as pessoas têm sobre o sistema.
- Citar todo o ambiente de hardware e software que o aplicativo irá demandar, quais são as licenças que o cliente precisará ter.
- Citar os produtos que o sistema irá ter. Quais são os relatórios que serão gerados.
- Apontar os benefícios.
- Comentar qual é a competência do cliente e do desenvolvedor. EX: CLIENTE: COMPRAR LICENÇAS, INSTALAÇÃO ELÉTRICA. DESENVOLVEDOR: ASSITENCIA, DESENVOLVIMENTO, TREINAMENTO.
- Cronograma: Fazer um cronograma mensal; EX: FEV: Reunião do grupo para discutir o tema, MAR: Visitação ao local onde a aplicação foi destinada.
PRÓXIMOS PASSOS:
- Gerar DFD
- Dicionários de dados
- Especificação de processo
- Diagrama entidade relacionamento
- Comentários sobre os testes
- Resultados
- Conclusão do projeto - Referências bibliográficas - SITE: Ultima data de acesso
COMENTÁRIO: Estou com o material de todas as aulas de engenharia de software e vou postar em um arquivo separado para que vocês possam imprimir.
ELETRÔNICA EXPERIMENTAL
COMENTÁRIO:
INTRODUÇÃO À ELETRÔNICA
ANÁLISE DE ALGORITMO
REDES DE COMPUTADORES
Redes Distribuídas
Na computação distribuída, Pcs (computadores pessoais) tem suas próprias capacidades de processamento.
Neste modelo, o aplicativo é dividido em tarefas, e cada tarefa é atribuída a um computador. Com um determinado poder de processamento podem ser enviados como dados para outros computadores.
Exemplo: Em um ambiente de computação distribuída, um cliente acessa um Banco de dados através de uma interface de usuário rodando em uma estação de trabalho. O necessário do Banco de Dados roda em um servidor que pode ser acessado a qualquer tempo por outro computador da rede.
Na realidade uma aplicação distribuída real funciona de acordo com o esquema abaixo.
Aplicativo
FIGURA
Em um sistema distribuída real existe uma camada de software intermediário chamado middleware que possibilita o processamento distribuído entre os computadores
APLICATIVO à TASK à MIDDLEWARE à SO à CPU
O usuário da “maquina A” não precebe que pode estar utilizando um recurso ou o processamento de uma ou mais máquinas como a máquina “B” e “C”.
Computação Colaborativa
A computação colaborativa também chamado processamento cooperativo só é possível em um sistema distibuido. Os computadores ligados em rede colaboram em compartilhar ao compartilhar as suas capacidades de processamento.
Este modelo permite aos computadores solicitar recursos de processamento de outros computadores conforme necessário.
As redes de computadores indicam CPU + SO (Hardware + Software) que podem ser associados com todos os modelos de computação. Uma rede típica inclui diversos computadores pessoais, servidores de banco de dados, servidor web e até mesmo e até mesmo o bom e velho mainframe.
Essas redes freqüentemente são classificados um tamanho e por Distribuída coberta. Uma outra classificação se faz pela mídia de transição:
CLASSIFICAÇÃO DE REDES QUANDO AO TAMANHO E DISTÂNCIA.
· LAN: (Local Area Network) Rede localWAN: (Wide Area Network) Rede de tamanho muito grande entre cidades e paises
Camada OSI e mídias de transição
As camadas são de fundamental importância para criação de sistemas de redes e protocolos de comunicação próximo capitulo vamos estudar todos os níveis da camada OSI. Vamos mostrar a organização dessas camadas em um diagrama geral.
FIGURA
Aplicação
Sessão 5
Protocolos
Apresentação
Sessão 6
Camadas físicas
Sessão
Sessão 7
Camada de link
Transporte
Sessão 8
Camada de rede
Rede
Sessão 9
Camada de transporte
Link de dados
Sessão 10
Camada de apresentação
Física
Sessão 11
Camada de aplicações
As mídias de comunicação são formado por um sistema que depende do tipo de dado da largura de banda que se necessita para realizar a comunicação.
Existem diversos conceitos para podermos estudar os tipos de mídia.
1) Espectro eletromagnético
2) Mídia metálica (Cabos UTP / STQ e coaxial)
3) Mídia Óptica (Fibra óptica)
4) Radio freqüência (microondas e bandas padronizadas – wifi e outras)
COMENTÁRIO:
PROJETO DE HARDWARE
TEORIA DOS GRAFOS
O que é um grafo?
É uma entidade matemática que permite construir relacionamento entre variáveis.
Por Exemplo: Dado um conjunto de pessoas (Alunos do 3º Ano de CCO-Noturno), deseja-se construir um modelo de conjunto de relacionamento onde ocorra:
· Gostar de música pop e rock
· Gostar de ouvir Skank
FIGURA
G (V, A, Ø)
Definição Formal
Um grafo G é modelado usando um TRIO ordenado, de modo que:
G (V, A, Ø).
“V” é o conjunto de vértices
“A” é o conjunto de arestas
Ø é a função, ou funções, que permitem o relacionamento entre os vértices.
Notar que: V = {v1, v2, v3, ..., Vn} ou seja
V = {Y Vi i = 1 até n}
COMENTÁRIO: Outros exemplos de grafos: os mapas das linhas do metrô, pontes de konigsberg e o caxeiro viajante.
terça-feira, 3 de março de 2009
INTRODUCAO A ELETRONICA - PDF DO PROFESSOR RONALDO
Olá pessoal, um ótimo dia a todos.
O professor Ronaldo enviou todo o material das aulas dele (Introdução à Eletrônica), para o nosso representante. Acredito que a maioria recebeu, porém, achei interessante disponibilizar aqui no meu blog também.
Mesmo com todo o material aqui, continuarei escrevendo os comentários de cada aula, dia a dia.
Segue:
Tutorial Eletronica Acompanhamento
Associação de capacitores
Associação de Resistores
Capacitore1
Capacitores
Condutores e Isolantes
EE-A3 Carga Elétrica
EE-AX Campo Elétrico
Grandezas físicas
Reistores
Tabela resistores
Trabalho Elétrico
Clic no link para fazer o download:
http://www.divshare.com/download/6915281-2e0
Grande abraço,
Rê


